Home / Press Kit / Modelo de Negócios
Diminuir Fonte Aumentar Fonte Voltar Imprimir E-mail
Modelo de Negócios Confiabilidade testada e aprovada
Sistemas robustos fazem da BM&FBOVESPA um ambiente de negociação único no mundo

Post-trade


A BM&FBOVESPA possui hoje uma das mais completas estruturas de post-trade e administração de risco do mundo. Essa complexa rede de sistemas, que garante a estabilidade do mercado, foi construída para atender ao rígido ambiente regulatório sob o qual opera o mercado brasileiro e também às melhores práticas internacionais disseminadas por organismos internacionais que se dedicam ao assunto.

Algumas vezes criticada por controlar rigorosamente todas as operações e conferir transparência total às negociações, a BM&FBOVESPA teve sua eficiência comprovada no segundo semestre de 2008 e nos primeiros três meses de 2009, quando demonstrou o alto grau de confiabilidade de sua estrutura e, posteriormente, contribuiu de forma determinante para a retomada do mercado, garantindo a segurança do ambiente de negociação de ativos financeiros no Brasil.

Os sistemas robustos de gerenciamento de riscos disponibilizados a investidores e participantes criaram no Brasil um ambiente de negociação único no mundo. No País, 80% dos contratos de derivativos e 100% das ações de companhias abertas são negociados na BM&FBOVESPA. Esse é um reflexo da credibilidade e confiança que o mercado deposita no ambiente de negociação e seus respectivos sistemas de garantias e gestão de risco.

Após a fusão, foi dado início ao processo de integração das estruturas da BM&F e da Bovespa, ambas de grande complexidade. Em 2009, houve amplo levantamento do funcionamento e das possíveis melhorias dos sistemas, que deve ser aprofundado em 2010, quando esse diagnóstico será ampliado com uma série de consultas ao mercado para conhecer as expectativas dos usuários sobre os ambientes de post-trade da Bolsa.

Estrutura de post-trade

Central Depositária de Ativos (CSD)


Realiza a guarda centralizada dos ativos transacionados nos ambientes da BM&FBOVESPA e possibilita o processamento das transações financeiras por meio de registros eletrônicos. Além dos serviços tradicionais de guarda e atualização dos ativos – no caso da ocorrência de eventos corporativos –, a CSD pode incorporar funções de comparação de registros de operação, compensação e liquidação. O sistema é também uma importante ferramenta de transparência, uma vez que registra os ativos em nome do investidor.

Sistema de Liquidação de Títulos

A BM&FBOVESPA administra sistemas e processos de liquidação de alta qualidade e em conformidade com os padrões internacionais estabelecidos, garantindo aos participantes do mercado processos de liquidação confiáveis e seguros. A BM&FBOVESPA controla diretamente as movimentações de fundos e ativos sem necessitar de intermediários no processo, sendo a única exceção a clearing de câmbio, a qual liquida a posição em dólares por meio de bancos liquidantes nos Estados Unidos.

Contraparte Central (CCP)

Um dos principais instrumentos de mitigação de riscos da BM&FBOVESPA, a CCP se interpõe entre operações ou contratos, posicionando-se como compradora para todos os vendedores e vendedora para todos os compradores. Esse mecanismo permite a redução do risco de crédito das operações, uma vez que a CCP substitui os participantes como contrapartes bilaterais nas operações por uma única estrutura, de alta qualidade e grande capacidade de pagamento. Com isso, é possível realizar negócios de volume financeiro maior e com garantias mais claras.

O sistema de Contraparte Central ainda funciona como um mecanismo altamente eficiente contra a realização de riscos sistêmicos, já que controla parte da distribuição de liquidez do mercado pela manutenção da combinação adequada de níveis de margem e volume de recursos, o que permite o estancamento rápido de eventuais perdas.

Desafios do post-trade

O ano de 2010 deve ser intenso em proposições e realização de aperfeiçoamentos da estrutura de post-trade da BM&FBOVESPA. Desde a integração das duas bolsas, foi possível perceber, de forma mais clara e completa, o grau de exposição ao risco dos participantes do mercado – que antes era analisado, separadamente, pelas duas empresas. Com essa nova visão, descortina-se uma série de oportunidades de melhorias, a partir da integração dos sistemas, que pode resultar em ganhos significativos de eficiência – e redução de riscos – para o mercado e seus participantes.

Entre as ações já identificadas está a possibilidade de criar um sistema que permita a unificação dos riscos do portfólio de cada participante, de maneira a melhorar as atividades de monitoramento e administração de riscos de corretoras e investidores. Outro projeto de fôlego é a adoção de gerenciamento de risco comum a todos os sistemas, que contemple todas as operações sob responsabilidade das contrapartes centrais da BM&FBOVESPA, gerando maior harmonização na gestão de risco dos mercados. Também há a possibilidade de unificar uma ou mais janelas de liquidação – atualmente, as câmaras em que se liquidam as operações funcionam em horários distintos.

Essas oportunidades, entretanto, deverão ser alvo de extensa discussão que ocorrerá no âmbito de um Grupo de Trabalho criado em março de 2010, especificamente para o assunto, que reúne representantes das autoridades reguladoras (Banco Central e Comissão de Valores Mobiliários) e de instituições que atuam nos segmentos de custódia, liquidação e gerenciamento de riscos.

Central de TV BM&FBOVESPA O Centro de TV BM&FBOVESPA (CTV) oferece à imprensa toda a infraestrutura necessária. conheça a nossa estrutura
Contato Entre em contato com a Imprensa BM&FBOVESPA. clique aqui
Cotações Informe-se diariamente sobre os fechamentos dos mercados.
© COPYRIGHT BM&FBOVESPA    |    Site BM&FBOVESPA    |   Contato